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É normal vermos aviões rasgando os céus, jatos passando em apresentações, deixando um rastro de fumaça, voando em velocidades cada vez mais rápidas, com muito mais estabilidade e controle. Mas em um mundo paralelo a isto, existem pessoas que vivem interessadas não nestes aviões novos, mas sim nos antigos, que já não são mais fabricados e que já fazem parte, hoje em dia, do estatuto da raridade. Ou então pessoas que vivem a restauram grandes aeronaves que participaram de guerras, constituindo hoje pedaços vivos de história.
Tantas pessoas passam diariamente pelo Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, mas poucas delas saber que próximo do pátio de manutenção se escondem raridades da história da aviação brasileira e mundial. Este acervo de aviões pertence à TAM, que só em Congonhas possui três armazéns destinados à coleção, além de armazéns em Jundiaí e Itu. Aviões utilizados na II Guerra Mundial, como um Corsair americano e um Spitfire inglês repousam em Congonhas.
Para quem se interessa, há no Brasil outro museu da aviação bastante interessante, é o Museu Aeroespacial do Rio de Janeiro (Musal). Este Museu possui setenta aviões em seu acervo, que inclui peças especiais, como um Curtiss, de 1928, um Lockheed Constellation, da década de 1940 e um Miles Hawk, de 1934. Para quem se interessa em aviões antigos, é bom sempre ficar de olho nos leilões que costumam acontecer, organizador pelas grandes empresas. Alguns leilões já ganharam fama nacional, como o da antiga empresa Vasp, que leiloou ainda este ano peças de aviões e carcaças, pequenos objetos, assentos e muito mais. Os fãs da história da aviação agradecem.
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